Há dinamite para explodir
O diamante que me convir
Quero expandir meu lado escroto
Não me dê champanhe eu quero esgoto
Num copo bem vistoso
Que pareça um cálice
Um líquido pavoroso
E medonho como a hélice
Que decepa a ponta do dedo
Distraído
Sirva-me a lavagem no banquete
Morda a minha pica no boquete
Eu quero é ver s
a
n
g
u
e
Nada melhor que o sangue para
AGUÇAR AS RETINAS
Falácias, falácias, falácias
E virgens descabaçadas
Crimes passionais
Fazer tremer a têmpora e saltar as veias do pescoço
Criar alvoroço
Ante o destino fatal não escolher o
belo
Antes se aproximar do horrendo
Antes que se esteja morrendo
Para não fazer feio com
A morte
Morrer um dia a cada dia se renova
O sangue e a saliva que se troca em cada encontro com a sorte
De não se sentir sozinho.
Se é mais humano quando
se pratica o mal
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