As tuas arquiteturações
Fazem linhas que trançam
Pontos vértices consignes
Em meu curvo pensamento
Esses riscos que ocorrem
Em nós os tolos poetas
Quando chegamos na sacada
Dos prédios mais altos
E olhamos para baixo
As vertigens se convertem
Em miragens que convergem
Em desejo concedido de voar
Recuo para o impulso e pulo
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